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18.11.2011. Reflexões diante da bandeira nacional

 (*) Luís Renato Cruz Vieira de Andrade

Sorocaba - Escrever sobre a bandeira nacional não parece uma tarefa difícil quando a mesma traz palavras que não condizem com a atual realidade do Brasil.

O Dia da Bandeira deveria ser o momento de reflexão sobre o que esta representa para os brasileiros que parecem quase que totalmente apáticos diante dos acontecimentos que ferem a pátria.

Como todos sabem, na bandeira está escrito Ordem e Progresso, mas, o que vemos hoje no Brasil é uma desordem com um progresso que poderia ser muito maior e capaz de colocar o país no primeiro mundo.

A grande maioria dos brasileiros não compreende os símbolos nacionais em profundidade e, quando canta o hino nacional durante o hasteamento do pavilhão nacional, o faz sem consciência.

A reverência aos símbolos da pátria deveria ser mais estimulada. Em países de primeiro mundo, como os EUA, a bandeira é totalmente respeitada por seu povo. Em filmes hollywoodianos, a bandeira norte-americana sempre aparece de fundo quando o protagonista do filme tem que lutar pelo seu país ou salvar algum conterrâneo. Simultaneamente, uma música enaltece os mais nobres sentimentos de patriotismo que nós deveríamos ter também. Se de um lado o filme norte-americano provoca uma grande admiração por parte do público estrangeiro, por outro, pode provocar baixa auto-estima em muitas pessoas de países como o Brasil.

No Brasil, quando o Hino Nacional é executado em partidas de futebol durante o hasteamento da bandeira, por exemplo, os torcedores parecem não estar nem aí para seu país. Muitos até acham interessante a bandeira ser hasteada tremulando com o vento, porém, quase sempre não relacionam o que estão vendo com o sentimento de patriotismo. O torcedor geralmente não compreende o sentido que deve ir além do interesse por seu time ou por sua seleção. Para ele, tudo é festa, pois, neste momento, não é estimulado pela mídia a pensar o país politicamente.

Se não formos capazes de enxergar na bandeira o nosso país, a sua grandeza e a sua força, jamais sairemos da condição em que nos encontramos hoje: um país corrupto, desigual, injusto, com bolsões de pobreza, alienado e desprovido de educação, de saúde e de segurança. Basta vermos o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de certos estados brasileiros.

O tremular da bandeira do Brasil com suas cores deveria fazer todos os brasileiros pensarem: o verde de suas matas tão destruídas, o amarelo do ouro e de suas riquezas mal distribuídas, o azul de suas águas poluídas...

O branco, que representa a paz, leva-nos ao pensamento de que somos um país pacífico, mas será que junto desta boa qualidade não estamos também anestesiados sem reclamarmos de nada, achando que tudo está caminhando muito bem? Será que esta calma que impera no país dos alienados não é um sinal negativo, caso queiramos ser um país de verdade? Não está na hora de empunharmos a nossa bandeira e sairmos às ruas e às praças para exigirmos um país melhor, mais justo e mais sério?

E o que dizer de suas estrelas? Como todos sabem, as estrelas da bandeira nacional representam os estados da federação. Hoje, querem que o Pará seja dividido. E por quê? Será que não há certo interesse por parte dos políticos daquela região do país no aumento do número de deputados e de senadores que, no Congresso Nacional, se incumbirão de aumentar o seu poderio político sobre o Sul e o Sudeste do Brasil? Se realmente houver esta divisão, haverá mais senadores e o Congresso Nacional ficará com mais representantes daquela parte do país e, portanto, com mais gastos públicos. Como podemos perceber, as conseqüências não ficarão só no simples aumento do número de estrelas na bandeira.

É claro que quando a bandeira nacional foi criada o Brasil estava em outro contexto. Hoje, o pedido contido na bandeira está sendo deturpado pelos políticos brasileiros. A partir de 2002, as palavras Ordem e Progresso deixaram de ser respeitadas por nossos “representantes”.

É preciso dizer, no entanto, que o progresso existe no país por conta de seu povo trabalhador, mas ainda estamos no terceiro mundo quase sem estrutura, pois, o dinheiro de seu imposto pago com tanto sacrifício desaparece nos ralos da corrupção, deixando os brasileiros principalmente sem hospitais, sem educação e sem segurança.

A ordem, que deveria partir do governo federal como exemplo, não está ocorrendo. Infelizmente. No Brasil de hoje, sem dúvida, as palavras da faixa branca da bandeira nacional precisam ser urgentemente repensadas. As palavras não precisam ser retiradas. Se existe algo que precisa ser retirado do cenário nacional são os políticos corruptos.

(*) Luís Renato Cruz Vieira de Andrade é comunicólogo, web-jornalista, diretor do Comìtê da Lei da Ficha Limpa em Sorocaba-SP e sócio-diretor do Site VIVAcidade.

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