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22.07.2011. A corrupção nos Ministérios Federais

 (*) Nossa Opinião

Sorocaba - A tradicional crise epidêmica de escândalos que afeta o governo de Dilma Rousseff (PT) deixou a Casa Civil, de Antônio Palocci, e agora contaminou o "Ministério dos Transportes do Dinheiro Público".

Neste ministério, após pressão da oposição e investigações, o governo decidiu, a contragosto, afastar cerca de 17 ladrões psicopatas que agora, finalmente, poderão ir para suas casas, quer dizer, mansões, e curtir todos os prazeres que a vida pode lhes oferecer com a grana roubada do povo.

Por enquanto, a crise maior se instalou no DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, autarquia ligada ao Ministério dos Transportes, responsável pela manutenção das eternas esburacadas rodovias federais, entre outras atribuições não cumpridas.

Mas, literalmente, o "buraco é mais embaixo", pois como teriam dinheiro para tapar buracos se roubaram cerca de milhões ou bilhões em contratos superfaturados e aditamentos em licitações fraudulentas?

Interessante notar que eles, os ladrões, não viajam de carro pelas estradas federais, e sim de jatinhos particulares ou aviões, tudo pago pela maioria dos eleitores que nunca viajaram de avião ou que nunca tiveram carro.

Tais "contratos de roubo" foram firmados com prefeituras espalhadas Brasil afora com aval dos parlamentares que autorizam o gasto através de emendas constitucionais inseridas no Orçamento da União.

O "contrato de roubo" funciona assim: uma obra custa R$ 300 mil, daí um ladrão coloca que a obra irá custar um milhão. O governo, que também faz parte do esquema, libera o dinheiro através do Ministério responsável ou irresponsável.

Os R$ 700 mil superfaturados servem para pagar os ladrões da quadrilha envolvida no esquema que podem ser deputados, senadores, vereadores, funcionários públicos, policiais, prefeitos, fiscais, funcionários e diretores dos ministérios, etc.

O dinheiro do governo federal é depositado na conta, por exemplo, da prefeitura que solicitou a obra que, por sua vez, deposita uma quantia na conta da empresa que irá executar o serviço. Tal empresa ganha uma licitação do tipo "carta marcada", pois pertence ao filho de um deputado que fez a emenda que, por sua vez, é casado com uma secretária que trabalha no Ministério.

Vamos supor que a obra demore um ano para ser executada pela empresa ao invés de 6 meses como previsto no contrato. Então, é feito o que as quadrilhas chamam de "aditamento", que é um valor calculado em cima dos insumos da obra que podem subir por conta da inflação durante o período em que está sendo construída.

Porém, o aditamento acaba sendo centenas de vezes maior do que realmente seria se o cálculo fosse feito por gente honesta. O valor do aditamento é solicitado aos funcionários do Ministério que novamente libera a grana para a quadrilha da qual eles também fazem parte.

Outra maneira de roubar dinheiro público é fazer serviço com um material "meia boca", pagando este material como se o fosse de excelente qualidade. Portanto, há superfaturamento, pois se paga por um material ruim o mesmo que se pagaria por um ótimo material, isto quando não superfaturam o preço do material ruim tido como ótimo, aumentando ainda mais a margem de lucro da quadrilha.

Por exemplo, ao invés de colocar asfalto de boa qualidade nas estradas, colocam um asfalto porcaria que se esfarela com as chuvas, deixando buracos em evidência, fazendo com que milhões de pessoas morram todos os anos em acidentes automobilísticos.

Assim, as obras que precisavam ser executadas em infra-estrutura para o país vão sendo executadas na vida dos ladrões que constroem mansões, castelos, hotéis de luxo, compram jatinhos, fazendas, carros importados, abrem construtoras, empresas fantasmas, financiam campanhas eleitorais, etc.

E por falar em obras, um dos diretores afastado do DNIT, Antonio Pagot, que nunca "pagou" nada, apenas recebeu, está construindo um casebre avaliado em R$ 2,5 milhões em Cuiabá.

As demissões provocadas pelos escândalos no governo federal não devem ser entendidas como um sinal de astúcia por parte de Dilma Rousseff e nem como o ponto final das providências tardias.

Agora, há de se iniciar um processo penal contra os corruptos, obrigando que os mesmos devolvam o dinheiro roubado ou tenham seus bens e contas bancárias congelados para o bem da justiça e da ética. Mas, atenção, não é para devolver o dinheiro roubado para os ladrões o roubarem novamente.

(*) Equipe VIVAcidade - 22.07.2011

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