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27.12.2010. Arquitetura influencia percepção dos lugares

 (*) Agência de Notícias

Os fatores arquitetônicos de interação, privacidade, flexibilidade e conforto são importantes para um bom ambiente de trabalho e, em conjunto, interferem na satisfação que as pessoas têm do local onde exercem sua atividade profissional. “As pessoas de fato percebem a arquitetura do lugar onde atuam”, declara a arquiteta Érika Bataglia, autora da pesquisa da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP intitulada Arquitetura de centros de pesquisas: um estudo de caso múltiplo quantitativo.

A idéia de que o espaço de trabalho pode ser um meio de gerar conhecimento motivou o estudo, que avaliou quatro centros de pesquisa europeus. “Três ambientes são essenciais em centros de pesquisa: os escritórios, os laboratórios (com os equipamentos específicos) e as áreas de encontro, já que a interação entre as pessoas é muito valorizada”, explica Érika. Prédios com muitos pavimentos, onde a área comum é muito distante dos escritórios, não favorecem a integração. Por outro lado, paredes transparentes e espaços amplos aumentam a visibilidade das pessoas e são positivos para que elas percebam o ambiente de forma mais favorável.

Ao mesmo tempo em que a interação é valorizada, a privacidade, principalmente nos centros de pesquisa, também é um aspecto importante no ambiente de trabalho. "O pesquisador, por exemplo, precisa de um tempo para pensar e estudar. Ter um espaço e um momento só seu é essencial", relata a arquiteta. Assim, o local profissional deve oferecer condições para a comunicação e integração das pessoas, mas também condições para escolherem se querem estar sozinhas. "Nos centros de pesquisa estudados, a quantidade de copas e pequenos estares encontrada é enorme. Ao mesmo tempo, a privacidade de cada pesquisador é respeitada".

Sobre a flexibilidade, Érika conta que, ao longo da pesquisa as pessoas não demonstraram ter essa questão muito nítida em relação a percepção favorável de seu local de trabalho. "É como se este aspecto não interferisse tanto na satisfação", observa. Ainda assim, em algumas ocasiões, como no momento de acrescentar um novo equipamento ao laboratório, a flexibilidade oferecida pela arquitetura é considerada.

Por fim o item conforto, que segundo a pesquisa é tão ou mais importante que a possibilidade de integração. "Ambientes com iluminação natural, com vista para o lado externo e com temperatura agradável são muito valorizados e influenciam na satisfação", descreve Érika, que completa: "Em casos em que isso não acontece as pessoas ficam menos satisfeitas".

Objetividade

Para realizar o estudo, Érika avaliou a percepção dos usuários dos quatro edifícios selecionados, utilizando um modelo de equações estruturais, uma ferramenta estatística para correlacionar fatores difíceis de medir, como os analisados na pesquisa. "Com esse modelo eu meço numericamente, por exemplo, a relação de interação com a satisfação do ambiente de trabalho e torno isso mais objetivo".

Sobre a importância da pesquisa, a arquiteta acredita que saber a relevância dos itens interação, privacidade, flexibilidade e conforto é válido para um melhor planejamento do ambiente de trabalho e para propor soluções mais eficazes em sua melhora. "Se as pessoas se sentirem satisfeitas elas tendem a ficar mais criativas e produtivas", afirma e conclui: "Todos os fatores devem, em conjunto, ser levados em consideração e não isoladamente, porque juntos tiveram mais impacto positivo na percepção favorável das pessoas".

Os quatros centros de pesquisa analisados na pesquisa são: Instituto de Biociência, na Inglaterra, Instituto Max Planck de Ecologia Química, Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva e Instituto Max Planck de Biologia e Genética de Célula Molecular, todos na Alemanha. A tese foi defendida em maio deste ano e orientada pelo professor Paulo Julio Valentino Bruna, da FAU.

Por Juliana Cruz.

(*) Agência USP de Notícias

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