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20.09.2010. Opinião: Casa da Dinda x Casa da Dilma

 (*) Equipe VIVAcidade

Sorocaba - Há quase 20 anos, a revista Veja apresentava denúncia do uso indevido do dinheiro arrecadado no suposto esquema PC para a reforma de US$ 2,5 milhões dos jardins da Casa da Dinda, mansão localizada às margens do lago Paranoá em Brasília. A mesma pertencia ao então presidente da República Fernando Collor de Mello, hoje Senador e candidato novamente ao governo de Alagoas. Após a deposição de Collor, PC Farias, seu tesoureiro, foi assassinado anos mais tarde como "queima de arquivo".

Para vencer as eleições presidenciais, no passado, Collor se auto intitulava “O caçador de marajás”. Missão essa não cumprida em seu mandato como presidente.

Collor que foi o primeiro presidente eleito com legitimidade após 30 anos de ditadura militar e transição para a democracia, também foi o primeiro a sair pelas portas dos fundos do Palácio do Planalto pelo processo de destituição democrática do seu mandato de presidente da república, o denominado impeachment.

Vale lembrar que Collor utilizou na época de sua campanha para presidente grandes demandas de verbas de empresários, o que permitiu a utilização de recursos de computação gráfica além de outros mecanismos de mídia e de marketing até então nunca vistos em campanhas eleitorais. O sucesso de Collor foi tão grande que o colocou disparadamente à frente nas pesquisas eleitorais, mesmo tendo seu nome desconhecido dos eleitores. A força de seu marketing político permitiu ao "Rei de Alagoas" que fosse eleito e ainda “nocauteasse” o também candidato e hoje presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 1997, a lei nº 9.504, nos artigos 23 e 81, legalizou as doações de pessoas físicas e jurídicas para campanhas eleitorais.

Antagonicamente, o mesmo Fernando Collor, que derrotou Lula há mais de 20 anos e que foi derrubado pela marcha dos "caras pintadas" que tinham o apoio do então candidato derrotado Lula, criou recentemente até um "gingle" de apoio ao atual presidente da república, bem como apoia publicamente sua candidata, a ex ministra Dilma Rousseff.

Passados todos esses anos, estamos vendo história semelhante ao do período Collor se repetir, escândalos e mais escândalos, que envolvem a Casa Civil, gabinete que fica ao lado da sala do Presidente da República. Casa esta que já foi de José Dirceu, acusado de ser o líder do esquema do chamado Mensalão, da candidata Dilma, que o substituiu e até então era um rosto desconhecido do público tal qual era Fernando Collor, e agora é de Erenice Guerra, também acusada de envolvimento em esquema de tráfico de influência e de uso da máquina pública para favorecer empresas.

Escândalos recentes com fortes indícios de serem verdadeiros surgem à luz das eleições, porém, diferente da Era Collor, quase que nada ocorre para que os envolvidos sejam punidos exemplarmente, como manda a Lei. A impressão que se tem é que toda uma estrutura do Estado está fortemente blindada e amparada juridicamente para que isso não ocorra, pelo menos neste período.

Nesses 20 anos, com relação à nossa estrutura democrática, pouca coisa mudou desde os tempos da "Casa da Dinda" e a atual "Casa da Dilma". A diferença é que naquela época existiam os "caras pintadas" que brigavam pela moral e pela ética. Aqueles que brigavam pela boa conduta, pela ordem e que realmente lutavam por um país livre de corrupção.

Hoje em dia, não seria arriscado acreditar que os "caras pintadas" são personagens em extinção e que perderam sua força. Acreditar que eles concordariam com a atual fase da política brasileira, seria no mínimo incoerente, pois muitos dos adolescentes "caras pintadas" daquele período nefasto, hoje, são os grandes líderes do país. São líderes de suas famílias, de suas comunidades e de suas empresas, são líderes na vida pública e também na política.

(*) Equipe VIVAcidade - 20.09.2010

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