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01.03.2010. Sorocaba em alerta contra a dengue

 (*) Assessoria de Comunicação

Sorocaba - Cerca de 90% dos mosquitos adultos estão dentro das residências. Apesar de tantas campanhas e orientações, o Aedes aegypti continua encontrando condições favoráveis à sua procriação no ambiente urbano. Uma única fêmea pode colocar cerca de trezentos ovos ao longo da vida e escolhe vários tipos de recipientes com água parada para abrigar seus filhotes.

Muito parecido com o pernilongo comum, o transmissor da dengue, se comporta de maneira diferente. Quem conta os detalhes é o biólogo da Seção de Prevenção e Controle de Zoonoses de Sorocaba, Fabiano Demétrio Zequetto, que atua há 15 anos na área e conhece bem o perfil e a história deste inseto. "Ele prefere ficar dentro das casas e costuma picar mais ao amanhecer ou ao entardecer", destaca.

Apesar de pequeno, o Aedes aegypti é considerado atualmente o inimigo n. 1 da população.

No Brasil desde o século XVII

O mosquito transmissor da dengue é de origem africana. Os primeiros registros no Brasil são do final do século XVII, no Nordeste, onde ocorreu uma epidemia de febre amarela (doença que ele também transmite ao picar uma pessoa doente).

Desde então, o inseto começou se espalhar. Mais recentemente, na década de 40 do século passado, chegou a ser considerado erradicado no País após medidas preventivas e melhorias no saneamento básico, por exemplo. Nas décadas de 50 e 60 voltou a ser identificado em várias regiões.

Essa capacidade é associada, entre outros fatores, às mudanças no ambiente urbano e no comportamento da população. Se alguns tipos de criadouros comuns no século passado deixaram de existir, o homem, por sua vez, passou a oferecer várias outras opções ao mosquito, que consegue se adaptar para preservar a própria espécie.

Objetos abandonados ao ar livre, pratinhos de planta e caixas dágua sem tampa ou mal vedadas, por exemplo. "Não havia tanta quantidade de objetos com água disponível", comentou Zequetto. Ele salienta que outro fator que ajuda na circulação e proliferação do mosquito está relacionado aos meios de transporte: "Como nós, o mosquito também se desloca em carros, aviões, ônibus, podendo percorrer grandes distâncias. As pessoas contaminadas também se deslocam e levam a doença de um lugar a outro muito rapidamente", explicou.

Sem dúvida, as informações ajudam a saber mais sobre o mosquito que oferece riscos a saúde de todos, sem distinção de classe social. Mas o que mais chama a atenção é que o controle ou a proliferação do mosquito dependem exclusivamente da ação do homem, do comprometimento e da atuação de cada pessoa somando esforços com o poder público para evitar uma epidemia. A escolha de ajudar o mosquito a continuar se espalhando ou combatê-lo é de cada um.

Como identificar o Aedes aegypti

É menor que o pernilongo comum, preto com manchas brancas.

Tem comportamento diurno. Pica mais ao amanhecer e ao entardecer.

Prefere o ambiente intradomicílio, onde há pessoas.

Quando não está picando, se abriga atrás de cortinas, atrás dos móveis e outros ambientes escuros.

Como o mosquito se reproduz

(ajude a evitar condições favoráveis para a proliferação)

Períodos quentes e úmidos são os mais favoráveis para a procriação.

Os ovos são colocados pela fêmea em qualquer tipo de recipiente com água parada.

O ciclo reprodutivo dura em média 12 dias.

Cada mosquito vive de 30 a 45 dias.

Neste prazo, cada fêmea pode colocar 300 ovos. E faz isso em vários criadouros diferentes, ou seja, não coloca todos os seus filhotes em um único local.

O ovo fica na parede do recipiente e dura 3 dias.

A larva é a segunda fase e dura média de 7 dias.

A pupa (casulo) dura mais cerca de 2 dias e emerge para abertura e saída do mosquito adulto sobre a água.

O mosquito fica algumas horas na superfície para secar o esqueleto antes de voar.

A partir de então, machos e fêmeas copulam e elas podem começar a colocar os ovos.

As fêmeas se alimentam de sangue e picam rapidamente. Podem picar inúmeras pessoas ao longo da vida. Se uma pessoa estiver contaminada, a fêmea fica infectada pelo resto de sua vida e transmitirá o vírus da dengue para todas as próximas pessoas que picar.

Os machos se alimentam de seiva de plantas.

O ovo pode durar até um ano em ambiente seco

A capacidade do Aedes aegypti em superar dificuldades para preservar a espécie é impressionante.

Mesmo pequenas quantidades de água podem servir de criadouros - como tampinhas de garrafa.

O ovo pode durar até 1 ano, em período de latência. Se a água secar, fica grudado na parede do criadouro. Se o local receber água novamente, o processo de desenvolvimento é retomado do ponto onde parou.

A larva é a fase mais sensível. Morre se faltar água ou se for colocado sal, detergente, larvicida ou água sanitária no criadouro. Se alimenta de tudo que encontra na água.

A pupa não se alimenta. Fica na água até o nascimento do mosquito que ocorre na superfície com a abertura do casulo.

Como dificultar a vida do mosquito

Elimine todo tipo de criadouros. Vistorie a casa e o ambiente de trabalho uma vez por semana.

Os mais comuns são: pratinhos de planta, caixas dágua, qualquer recipiente com água (garrafas, latas, tampinhas, copos plásticos), ralos, piscina sem tratamento, vaso sanitário aberto, calhas, trilho do box ou da janela, bandeja da geladeira (modelos antigos).

Lave as vasilhas dos animais de estimação com escova uma vez por semana.

Ralos devem ser tampados ou receber sal, detergente ou água sanitária uma vez por semana.

Inseticidas não devem ser usados indiscriminadamente, porque o mosquito pode ficar resistente.

Use repelente (observe as indicações do produto).

Fonte: Seção de Zoonoses.

(*) Prefeitura de Sorocaba

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