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21.12.2009. Opinião: São Paulo parou, de novo!

 (*) Dal Marcondes

Em uma reunião de pauta no antigo jornal Shopping News, o editor Aloysio Biondi pediu uma matéria sobre o índice de impermeabilização da cidade de São Paulo. Para ele não adiantava a prefeitura fazer obras contra as enchentes sem trabalhar o fluxo natural das águas nas bacias hidrográficas que foram ocupadas pela cidade. Isto foi em 1984. De lá para cá esta foi uma pauta recorrente nas redações, mas a cidade continua a represar rios e canalizar afluentes como forma de conter as águas. Há que se lembrar, também, que a cidade está instalada no bioma Mata Atlântica, um dos mais úmidos do Brasil.

O que acontece é que os eventos climáticos estão ficando cada vez mais extremos e não adianta imaginar que apenas obras vão resolver. Não podemos trabalhar com o conceito de obras de infra-estrutura para os eventos de pico. É preciso mudar um pouco o enfoque, para uma adaptação da sociedade a estes eventos, de forma a minimizar seus impactos sobre a vida da cidade e as atividades econômicas.

Dias antes desta tragédia climática, que paralisou São Paulo e provocou mortes e alagamentos, as previsões do tempo avisaram: Vai chover mais do que a média. Os serviços públicos e de defesa civil certamente se prepararam para isso. No entanto, a sociedade e as empresas não se prepararam. Exigiram a mesma mobilidade de um lindo dia de sol, com milhões de pessoas e seus automóveis tentando chegar a seus locais de trabalho.

Ora, está claro que não é possível atravessar São Paulo em um dia como este. É preciso que a tecnologia e os modernos processos de comunicação ajudem as empresas a se planejar para estes eventos com a capacidade de trabalho virtual. Mais da metade das pessoas que ficaram presas em alagamentos com seus carros e dentro de transportes coletivos não precisariam estar ali. Poderiam muito bem estar em casa resolvendo seus problemas por telefone e internet. Mas, para isto, é preciso desenvolver uma nova cultura de trabalho, algo mais livre e menos preso à necessidade de uma feitor batendo um bumbo para garantir o ritmo da produção.

Muita gente atravessa a cidade para sentar-se à frente de um computador e trabalhar o dia todo interagindo virtualmente com seus colegas, clientes e fornecedores. Pior, muita gente desliga seus computadores em casa, coloca-os em mochilas, atravessa a cidade com eles nas costas, volta a ligá-los no escritório, para continuar atuando virtualmente. Não há lógica nosso.

Uma cidade como São Paulo, com graves problemas de mobilidade, precisa implementar urgentemente situações estáveis de teletrabalho. Além disso, nos planos de contingência é preciso que cada empresa ou organização se ajuste a atuar por períodos específicos através de conexões de internet. Isto vale para Escolas, empresas e órgãos do poder público que atuam em atividades que possam ser virtualizadas.

Claro que não se pode universalizar esta regra, mas é possível identificar as áreas onde isto pode ser feito e implantar os planos de contingência. Megalópolis como São Paulo e Rio podem se beneficiar, e muito, de uma nova lógica de produção e produtividade, com benefícios para o trânsito, para a saúde, para redução de emissão de gases estufa e dá para fazer uma interminável lista de possibilidades de ganhos.

(*) Dal Marcondes é jornalista e editor responsável da Envolverde, revista digital de meio ambiente e desenvolvimento.

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