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21.12.2009. A poluição visual na Rua 25 de Março

 (*) Agência de Notícias

Apesar de poluída visualmente, a Rua 25 de Março, localizada na área central de São Paulo, consegue atrair diariamente milhares de pessoas interessadas nas mais diversas mercadorias, principalmente pelos preços acessíveis. “O local é um misto de detalhes históricos, culturais, sociais, econômicos e políticos”, descreve a arquiteta Juliana Gazza Amaral. Segundo ela, tudo isso somado aos fios e postes da rua, à infraestrutura existente, torna a rua um verdadeiro “circo a céu aberto”.

Em sua dissertação de mestrado defendida na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Juliana analisa a complexidade envolvida na questão da poluição visual. “Em primeiro lugar vale lembrar que não temos um conceito muito bem definido sobre o termo ‘poluição visual’. Trata-se de um tema novo. Quando falamos de poluição ambiental ou sonora, por exemplo, temos referências muito bem delimitadas”, explica, ressaltando que “a poluição visual presente nas grandes metrópoles está intimamente ligada à cultura de consumo, onde o bem estar da população é medido por intermédio do seu poder de compra”.

O estudo de Juliana, orientado pelo professor Sérgio Regis Moreira Martins, além de buscar contribuir para o entendimento do conceito “poluição visual” traça um histórico da rua e mostra dados que evidenciam toda a complexidade, fragmentação e dinâmica da realidade do local. “Podemos considerá-la como exemplo de uma realidade periférica por intermédio da ótica pós-moderna”, define Juliana.

Comércio tradicional

A pesquisadora conta que a rua possui caráter comercial desde sua inauguração, em 1859. Primeiramente denominada Rua de Baixo, ficava às margens do rio Tamanduateí. “Era um local onde o rio Tamanduateí dava 7 voltas e foi instalado um porto geral. Daí o nome da Ladeira Porto Geral, que fica próxima à 25 de Março”, conta Juliana.

Somente em 1865, a então Rua de Baixo teve seu nome alterado para 25 de Março, em homenagem à primeira Constituição do Brasil. “Desde esses tempos, a via era um ponto de comércio e de concentração de imigrantes sírio-libaneses e árabes. “Devido à facilidade de alagamento daquela região, os terrenos eram baratos. Em sua maioria, os comerciantes tinham suas lojas em baixo e residiam na parte de cima do imóvel”, descreve Juliana.

Números expressivos

Juliana informa em sua pesquisa que, de acordo com matéria veiculada no Jornal da Tarde, já em 1982, eram comercializados na 25 de Março 300 mil grampos, 150 milhões de botões, 1 milhão de fivelas, 140 mil dedais e 15 milhões de metros de renda. Ela também cita as características dos consumidores que frequentam a rua. “Segundo pesquisa de uma empresa especializada, a maior parte dos compradores da rua não pertencem à classe C”, diz. Os números mostram que 44% são da classe B, 35% da classe C e apenas 9% da classe D. “A classe A é representada por 12% entre os compradores da 25 de Março”, relata Juliana.

Rua movimenta mais de R$ 16 bilhões em vendas diretas ao consumidores

A mesma empresa levantou que os 251 shopping centers do País faturam algo em torno de R$ 40 bilhões anualmente. Em São Paulo, o shopping Aricanduva, o maior da cidade, atinge um faturamento de R$ 1,2 bilhões ao ano. Enquanto isso, a 25 de Março comercializa somente no varejo, ou seja, ao consumidor, um total de R$ 16 bilhões anuais. Os dados são referentes a 2008.

“Esses números mostram a complexidade e a diversidade da 25 de Março. Apesar disso, as pessoas vão até lá porque gostam do que encontram e há uma grande vitalidade no local”, afirma Juliana. Segundo a pesquisadora, essa “vitalidade” chega a ser natural do ser humano. “Quantas vezes deixamos de entrar num restaurante por ele estar vazio? Fazemos a conexão direta entre o local estar vazio e a comida não ser de boa qualidade”, exemplifica.

Apesar de não ter como medir a poluição visual, a pesquisadora acredita que a recente legislação da Prefeitura de São Paulo, eliminando outdoors e limitando anúncios não chega a ser uma “solução”. “No meu entender esse processo poderia ser mais discutido e mais democrático. Há pontos da cidade, como nas impenas [paredes de prédios sem janelas] de prédios, em que os outdoors ainda poderiam cumprir alguma função”, opina. Ela cita como exemplo cidades como Nova Iorque, em que existem áreas em que a veiculação de anúncios e exposição de outdoors é liberada, enquanto em outras, há algumas restrições. “Como a própria definição do termo ‘poluição visual’ ainda não é bem definida, acredito que deveria haver mais debates sobre o tema.”

Por Antonio Carlos Quinto.

(*) Agência USP de Notícias

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