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25.04.2009. Cinema doutrina público sobre formas de amar

 (*) Assessoria de Comunicação

Pesquisa da UnB revela que Hollywood privilegia o amor mais aceito pela sociedade.

A ideia de viver um grande amor, desses com beijos na chuva e promessas de um eterno final feliz, ainda permeia o imaginário coletivo. E o cinema é um dos responsáveis por manter esse reino mágico e maravilhoso vívido na consciência das pessoas, conforme constatou uma pesquisa da Universidade de Brasília.

O estudo analisou 28 filmes de amor produzidos em Hollywood entre 1977 e 2007 e detectou que o cinema norte-americano privilegia os tipos mais fantasiosos de romance, tentando convencer o espectador de que ele deve aprender a amar. “O cinema dá sempre um jeito de incluir pitadas de fantasia, de irrealidade”, diz a jornalista Karina Gomes Barbosa, autora da pesquisa. “Usam esses artifícios para tentar convencer o público de como o amor vale a pena.”

Mas não basta amar. A lição passada pelas telas é a de que o indivíduo também deve saber como amar. “Só vale aquele amor chancelado socialmente”, explica Karina. O amor, mostram os filmes, deve ser bom, belo e jovem, sem romper com as regras sociais, além de evitar exaltações à sexualidade. Ele deve ser construído sobre as bases da fantasia. “O cinema de Hollywood privilegia o amor romântico, mostrando que ele completa as pessoas, que elas serão felizes de verdade”, afirma a autora.

Esse amor chancelado e romântico, segundo o cinema norte-americano, tem por finalidade a construção da família. As produções privilegiam o amor que aposta em filhos e casamento, desembocando em um final feliz.

PAIXÕES PROIBIDAS - Ao mesmo tempo em que os filmes hollywoodianos priorizam tipos pouco realistas de amor, eles rebaixam outros tipos de relacionamento, aqueles que levariam a um final triste. É o que acontece quando o roteiro retrata o amor-paixão, um tipo de amor altamente sensual, extraconjugal e que transgride as regras sociais.

Ele é retratado nas telas de forma punitiva, seguido de um desfecho narrativo infeliz. “Quando esse tipo de amor acontece, é mostrado como um aviso. O cinema acaba reforçando o amor romântico como a única possibilidade de o indivíduo alcançar a felicidade”, explica Karina.

É o tipo de amor presente em Titanic (1997) e Moulin Rouge (2001), nos quais as histórias sobre paixões proibidas acabam terminando em morte. “É um tipo de filme pedagógico, que ensina ao individuo a maneira teoricamente certa de amar”, diz Karina. Ainda que tenham amado, os personagens de Titanic e Moulin Rouge aprenderam a amar de forma errada, ao escolherem formas amorosas não reconhecidas institucionalmente.

Para a professora da Faculdade de Comunicação da UnB Selma Regina Oliveira, a preferência pelo amor romântico é reflexo da cultura judaico-cristã. “O amor que vai ser mais representado é aquele que está codificado na Bíblia, o documento em que a gente mais se baseia em termos de códigos morais.” Dessa forma, diz, o cinema não impõe nenhum modelo, apenas propõe. Faz isso a partir dos modelos institucionalizados até mesmo pelas leis.

SONHO - Se na vida real os espectadores não conseguem encontrar o amor romântico que desejam, é diante da tela que esse sonho ganha vida. Considerado um conto de fadas dos dias atuais, Uma Linda Mulher (1990) é o exemplo concreto do amor romântico com tempero de Cinderela. A história da garota de programa que conquistou o coração do milionário emocionou milhões de espectadores em todo o mundo. “É um filme romanticíssimo. Não por acaso se tornou um megassucesso”, diz Karina.

De acordo com o estudo, ir ao cinema e deparar-se com o Richard Gere, o galã de Uma Linda Mulher, numa limosine branca, carregando um anel e um buquê para a amada, significa dar vazão à fantasia e alimentar a esperança de encontrar um amor como aquele representado nas telas. “O cinema funciona como mecanismo de liberação do sonho, do desejo, do que você não pode ter na sua vida”, diz Karina.

Por Camila Dumiense.

(*) UnB

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