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21.11.2008. Ônibus movido a hidrogênio é opção

 (*) Agência de Notícias

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) participou do 2º Eco São Paulo (Encontro do Meio Ambiente), na capital, onde apresentou seu projeto de ônibus movido a hidrogênio que não emite poluente. O encarregado da palestra foi o gerente de desenvolvimento da empresa, Carlos Zundt. Em seu estande, a EMTU aproveitou para mostrar outras ações que adota, como ônibus a etanol, para reduzir a emissão de poluentes nas linhas intermunicipais das regiões metropolitanas do Estado de São Paulo.

Carlos Zundt assegurou ser o ônibus a hidrogênio o primeiro do tipo fabricado no Brasil. O veículo estará circulando comercialmente no primeiro semestre do ano que vem, no corredor Jabaquara-São Mateus, passando por Santo André e Diadema. Por enquanto, é montado numa fábrica de carroçarias no Rio Grande do Sul. Chegará a São Paulo em dezembro para iniciar os testes no mês seguinte. Durante 30 dias, irá rodar vazio, depois com tambores de água, para verificar o balanço, e por fim terá testes com passageiros, antes de começar a operação comercial.

O ambicioso projeto está orçado em R$ 38,5 milhões, financiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e EMTU. O valor prevê a montagem de cinco veículos iguais e ainda investimento na fábrica de gás hidrogênio, instalada numa garagem da EMTU.

O combustível é obtido a partir da técnica chamada hidrólise, a quebra da molécula de água, resultando em outras de hidrogênio e oxigênio; este último volta à atmosfera, enquanto o hidrogênio vai movimentar o ônibus. Isso feito, é expelido pelo escapamento em forma de vapor de água, sem poluir o ar.

Carlos Zundt explica que já no primeiro semestre de 2009 o veículo estará operando normalmente no corredor da EMTU. Para abastecer o ônibus, a pequena unidade de hidrogênio da EMTU produz 130 quilos por dia. Cada veículo consumirá 42 quilos do combustível, armazenado internamente em nove cilindros de duas polegadas de espessura. Zundt diz que a parede do recipiente precisa ser forte e grossa porque o hidrogênio é um dos menores elementos da natureza e pode escapar por entre as moléculas do cilindro. Essa quantidade de gás é suficiente para rodar 300 quilômetros.

Mais ações – No estande da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, Zundt aproveitou para falar sobre outros projetos de redução de poluentes, como o ônibus movido a etanol, em teste também no corredor ABD – Santo André, São Bernardo e Diadema. Cerca de 95% do combustível é etanol. Em comparação com o óleo diesel, o álcool proporciona redução de 96% na emissão de hidrocarbonetos, 98% em material particulado e 68% em NOx (óxidos de nitrogênio).

O chassi é fabricado na Suécia, país onde circulam 80 desses veículos. Zundt conta que a EMTU não está testando a tecnologia, que já foi comprovada, mas outros aspectos, como índice de quebra (paradas), manutenção e outras formas de se conhecer a durabilidade do ônibus. A previsão, também neste caso, é iniciar a operação comercial no ano que vem. Depois da EMTU, o veículo segue para seis meses de testes na São Paulo Transportes (SPTrans), administradora do transporte coletivo na capital.

O Programa ConscientizAR, explica Zundt, também objetiva reduzir emissão na atmosfera. Lançado em julho deste ano, pretende orientar e fiscalizar 40 empresas concessionárias que atuam nas três regiões metropolitanas administradas pela EMTU (Grande São Paulo, Campinas e Baixada Santista). A ordem é manter os motores regulados. O serviço de inspeção está a cargo de técnicos treinados pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).

Além disso, a concessão de linhas do sistema, presente nos contratos assinados em novembro de 2006, conta com a inclusão de ônibus mais novos. Estes veículos irão atender o passageiro metropolitano no máximo por seis anos. Na região da capital, nos últimos três anos, entraram no sistema aproximadamente 1,5 mil ônibus fabricados entre 2006 e 2008. Dotados de motor eletrônico, emitem menos resíduo na atmosfera. Dos 4 mil que operam na Grande São Paulo, 2,7 mil estão dentro das normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Em discussão, ar limpo

O 2º Eco São Paulo foi realizado na primeira semana de novembro, no auditório do Novotel, no Center Norte, capital. Além das palestras, abrigou estandes das empresas e instituições que organizaram e apoiaram o evento. O encontro debateu a busca de saídas que propiciem desenvolvimento nacional sem comprometer os recursos naturais destinados às futuras gerações.

Foi organizado por entidades ligadas a engenheiros brasileiros e apoiado por empresas, universidades e entidades de âmbito estatal e privado. Além da EMTU, o governo do Estado foi representado também por Cetesb, Cesp, Unesp, Unicamp, Sabesp e Daee.

Por Otavio Nunes.

(*) Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

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