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29.09.2008. Unesp Sorocaba alerta sobre a Billings

 (*) Agência de Notícias

A Unesp Sorocaba foi uma das representantes do Brasil no 14º Congresso Ibero-americano de Limnologia, realizado há duas semanas em Huelva, na Espanha. No encontro científico, que reuniu pesquisadores de Espanha, Portugal e de alguns países da América Latina, a pesquisadora do Grupo de Estudos Ambientais da Unesp Sorocaba, professora Viviane Moschini Carlos, apresentou os resultados de dois trabalhos realizados no reservatório Billings, de São Paulo.

Um desses trabalhos apresentados por Viviane, realizado em parceria com o Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, estudou a dinâmica do fitoplâncton no reservatório. "Este trabalho discute aspectos relativos à qualidade da água da Billings, no ponto de captação, sob enfoque físico-químico e biológico, relacionando a comunidade fitoplanctônica com as variáveis ambientais", explica a professora.

As coletas, realizadas em entre maio e novembro de 2005, serviram para analisar uma série de parâmetros relacionados com a qualidade da água, tais como temperatura, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, pH, nitrogênio e fósforo total e clorofilas-a, b e c, entre outros. Com esses dados foi possível calcular o Índice de Estado Trófico (IET), que a Cetesb utiliza para classificar corpos de água de acordo com a quantidade de nutrientes que ele apresenta e os efeitos desses nutrientes quanto ao aparecimento e ao crescimento excessivo das algas ou ao aumento da infestação de macrófitas aquáticas (eutrofização).

De acordo com os cálculos realizados pelos pesquisadores, a água do reservatório foi classificada como "mesotrófica", o que significa que há um aporte grande de nutrientes orgânicos sendo descarregado no corpo de água, sobretudo oriundos de esgoto doméstico não tratado. Segundo a pesquisadora, a variação sazonal do fitoplâncton observada reflete o uso de produtos químicos (algicida - sulfato de cobre, e o oxidante - peróxido de hidrogênio), utilizado para controlar a floração de algas, próximo ao ponto de captação de água destinada ao abastecimento público.

O segundo trabalho apresentado por Viviane, realizado em parceria com o Instituto de Biociências do Departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo e com o Laboratório de Ficotoxinas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas também da USP, analisou a qualidade da água transposta do Braço do Taquacetuba (Billings) para o reservatório Guarapiranga, que atende a cerca de quatro milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo.

Neste caso, foi dado ênfase às cianobactérias e às cianotoxinas. As cianobactérias podem produzir odor e sabor desagradável e desequilibrar ecossistemas aquáticos. Algumas delas podem mesmo liberar toxinas que não podem ser retiradas da água pelos sistemas tradicionais de tratamento nem com fervura. O aumento anormal da quantidade de componentes nitrogenados e fosfatados na água (como os presentes em esgoto doméstico) favorece a floração desses tipos de algas, também conhecidas por "algas azuis" ou "cianofíceas".

Na pesquisa do Braço do Taquacetuba, Viviane realizou duas coletas de amostras de água, uma no verão e outra no inverno, em 2007, as quais foram submetidas a análises químicas, físicas e biológicas. O resultado dessas análises permitiu classificar a água como "eutrófica-supereutrófica", ("supereutrófica" é a segunda pior classificação) cujo resultado mais crítico foi observado no mês de julho. "Neste mês a floração foi muito mais significativa, refletindo uma menor transparência da água e maiores valores de sólidos totais, material em suspensão orgânico, clorofila-a e densidade de cianobactérias", explica Viviane.

A pesquisadora reforça que os resultados colhidos são preocupantes. "No Braço do Taquacetuba, não há tratamento ou manejo da água que é revertida para o reservatório Guarapiranga", afirma ela. Os resultados também surpreenderam os congressistas que assistiram à apresentação de Viviane, em Huelva. Isso porque, segundo a professora, a quantidade de algicida (como o sulfato de cobre, composto tóxico para seres humanos) lançada aos reservatórios é alta demais, além de perigosa.

Para a pesquisadora, isso reflete a política pública não comprometida com a proteção e a recuperação dos mananciais. "Na Europa se trabalha atualmente com a 'Qualidade Ecológica da Água', que faz parte da Diretiva Marco da Água, voltado à recuperação de ecossistemas aquáticos. Aqui, infelizmente ainda estamos mais degradando que recuperando".

E a professora dá indícios do caminho que o país precisa trilhar: construir novas estações de tratamento de esgoto, maximizar a operação de algumas que já estão instaladas, mas que não operam com total capacidade, proteger a mata ciliar, evitar que famílias fixem moradia nas proximidades dos mananciais e evitar que o esgoto contamine esses reservatórios. "Sugerimos que seja realizado um monitoramento mais intenso e que sejam tomadas medidas mais eficientes, como a redução da carga orgânica que entra no reservatório. Isso evita a causa do processo de eutrofização e o conseqüente desenvolvimento de cianobactérias e suas cianotoxinas", finaliza.

(*) Unesp Sorocaba - 26.09.2008

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