"VIVAcidade - o importante é você"                          "VIVAcidade - muito mais que comércio e serviços próximos de pontos turísticos e de referência"                          "VIVAcidade - muito mais que buscas"                          "VIVAcidade - apoiando a arte que transforma a cidade"                          
» Ver outros textos sobre a cidade Ajuda ? 
Pesquisar no VIVAcidade
 
Clique aqui para ver mais uma imagem de Sorocaba >>>>>
 
 
Hospedagem em Sorocaba
 

Página Inicial

GUIA VISUAL DA CIDADE

 

» Regiões
» Vias
» Pontos
» Pontos wi-fi
» Bairros
» Radares
» Mapas
» Google Mapas
» Vídeos

GUIA COMÉRCIO SERVIÇOS

 

» Públicos
» Particulares
» 3º Setor
» Mapas

CLASSIFICADOS

 

» Imóveis

SOBRE A CIDADE

 

» Textos e Notícias
» Agenda de Eventos
» Fórum de Debates
» Cinema
» Áudios-Vídeos
» Livros
» Telefones Úteis
» Estatísticas
» Desenvolvimento
» Invista na Cidade
» Dados Históricos
» Região Administrativa
» In English

OUTRAS FERRAMENTAS

 

» Notícias 24 horas
» Rádio on line
» Busca no Site
» Busca CEP
» Dólar e Economia
» Previsão do Tempo
» Calendário

VIVACIDADE SITE-EMPRESA
 

» Quem Somos
» Propósitos
» Conceitos
» Perguntas - Usuários
» Perguntas - Anunciantes
» Fale Conosco
» Orkut
» Twitter
» Facebook
» Linkedin
» YouTube
» Depto. Comercial
» Depto. Jurídico

 
Campanhas de Cidadania
Comitê da Ficha Limpa em Sorocaba
 
Campanha Ficha Limpa
 
Consulte antes de votar
 
 
Saiba Mais
 
Abaixo Assinado Eletrônico

 

OAB-SP - Abaixo Assinado Eletrônico
 
11.09.2008. O dia em que a terra parou

 (*) Equipe VIVAcidade

Naquele dia 11 de setembro de manhã, me ligaram avisando que estavam atacando os EUA. Foi aí que eu liguei a TV e fiquei assistindo meio perdido na situação. Via uma das torres pegando fogo ao vivo. Pena que eu tive que sair e não vi o que aconteceu logo depois, apenas pelo noticiário que não parava de repetir as fatídicas imagens que nunca mais esqueceremos.

No período da tarde para a noite, fui para a ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP onde eu fazia especialização em Comunicação. Lá, o assunto já tinha tomado conta de praticamente todas as faculdades. Os professores do meu curso resolveram dedicar aquele dia para reflexões sobre o fato. Na minha sala, um estudante mais afoito não parava de falar sobre o atentado. Com o tempo, fui abstraindo o que tinha ocorrido e entendendo o contexto histórico no qual os EUA estava envolvido.

A partir daquele dia, a USP, todo dia 11 de setembro, vira um grande centro de elucubrações filosóficas sobre o assunto com palestras e grupos discutindo os fatos do maior atentado da História. A escola de arquitetura, debatendo sobre as torres e construções seguras, a de comunicação sobre como o fato foi registrado, o impacto das imagens e a parciabilidade da imprensa americana na cobertura, a escola de medicina sobre o atendimento médico dado às vítimas, a de economia sobre o prejuízo econômico que o fato implicaria para o mundo, enfim, todo mundo metendo o bedelho, “puxando a brasa para a sua sardinha” de especialidade.

O que sobrou desta história do meu ponto de vista é que os EUA com sua postura arrogante de ser o mandatário do mundo nunca mais foi percebido pelo mundo como antes. O 11 de setembro mudou a relação de mando no mundo, pelo menos psicologicamente.

Os ataques do 11 de setembro parecem ter sido conseqüência de relações diplomáticas e comerciais mal resolvidas com o Oriente Médio. É bom que se diga que os “terroristas” também têm seus motivos, assim como Bush teve os seus quando resolveu atacar o Iraque. A única diferença é que Bush avisou que iria atacar. A verdade é que nesta história não se sabe muito bem ainda quem é o terrorista. Defendo a idéia de que o terrorismo bélico deve ser banido não importa o povo que o propague.

Os EUA mostraram ao mundo sua fragilidade, mostraram que internamente são um povo, muitas vezes, enganado pelo discurso heróico de seus políticos. O 11 de setembro mostrou que a imagem dos EUA passada através do cinema de fato é apenas ficção, coisa de cinema mesmo. Ruiu-se, junto com as torres gêmeas, o imperialismo de um país que se acha melhor do que os outros. Somente após abaixar a poeira que cobria Nova York, o mundo pôde finalmente enxergar quem são os EUA.

Os ataques do dia 11 de setembro de 2001 representam apenas mais um capítulo de uma guerra sem fim em que a intolerância, a ganância e a falta de democracia de um único país são capazes de causar em outros povos importantes do mundo.

Por Luís Renato Cruz, especial para o VIVAcidade.

(*) Equipe VIVAcidade - 11.09.2008

VIVAcidade - Copyright © 2004-2016 - Todos os direitos reservados | Aviso Legal
VIVACIDADE INTERNET E COMUNICAÇÃO LTDA.
Fale com o VIVAcidade: Clique Aqui

 

 

VIVAcidade Sorocaba
Tipo: Comunicação
Região: Além Linha-Trujillo
Local: Rua Ângelo Elias, 689
Ver mais no Guia VC

Leia Mais
Saiba Mais
Fórum de Debates
 
sociais.com
Conheça Votorantim

Galeria de Mapas
Comércio e Serviços
Rodovias de Acesso
Ruas e Avenidas
Regiões da Cidade
Região Central