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29.08.2008. UNESP Sorocaba leva pesquisa à Europa

 (*) Assessoria de Comunicação

Uma dupla de pesquisadores do laboratório de Plasmas Tecnológicos da Unesp de Sorocaba apresentou no mês passado, em conferências na Europa, os resultados de dois trabalhos de uma linha de pesquisa associada a plasmas, uma tecnologia nova e bastante promissora. Os professores Nilson Cristino da Cruz e Elidiane Cipriano Rangel estiveram em Salerno, na Itália, e em Dublin, na Irlanda, para participar respectivamente do 24º Encontro Anual da Sociedade de Processamento de Polímeros e da 14ª Conferência Internacional sobre Películas e Superfícies Contínuas.

Os trabalhos apresentados pelos professores, que propõem a utilização de plasma (um gás ionizado, constituído de elétrons livres, íons e átomos neutros em proporções variadas) para revestir materiais metálicos e poliméricos, podem ter diferentes aplicações. Segundo os pesquisadores, é possível utilizar essa nova tecnologia para melhorar o tratamento superficial dos compostos poliméricos desenvolvidos para substituir tecidos danificados - os biomateriais. Nessa categoria incluem-se próteses, marca-passo, válvula cardíaca etc.

Neste trabalho, que contou a parceria do Laboratório de Biomateriais do Departamento de Ciências Fisiológicas da PUC de Sorocaba e do Laboratório de Superfícies e Interfaces do Departamento de Física da UFPR, foram analisadas as propriedades de uma fina camada de material depositado a plasma sobre o polímero convencional policloreto de vinila (PVC), bem como a reação desse conjunto quando em contato com uma cultura de células fibroblásticas do tipo Vero - uma linhagem derivada do rim do macaco verde africano (Cercopithecus aethiops), comum nesses tipos de ensaio.

Em uma primeira investigação, avaliaram-se algumas propriedades de ambos os materiais, filme e substrato (PVC), tais como molhabilidade, estrutura e composição química, importantes para determinar a capacidade de adesão das células ao conjunto. "Notamos que a rugosidade do conjunto (filme e substrato) variou de acordo com as condições de deposição do filme", afirma Elidiane. "Em função dessas condições, as células aderiram mais ou menos", finaliza. De modo geral, segundo a pesquisadora, os resultados obtidos nesta primeira parte foram "excelentes". "Dependendo das condições, colhemos resultado melhores que os padrões utilizados".

A segunda investigação avaliou, através do teste de citotoxicidade, se o filme depositado apresentava algum efeito tóxico às células Vero. Também neste caso, os resultados foram considerados excelentes: em nenhum dos revestimentos, níveis significativos de citotoxicidade foram observados. Segundo a professora, a técnica, além de ter atendido às expectativas quanto à eficiência, apresenta outras vantagens: utiliza um material barato (PVC), atende aos padrões de pureza e de higiene e pode ser aplicado também em outros polímeros, em metais e mesmo em cerâmicas. "É uma tecnologia limpa, barata e que pode gerar uma nova era de biomateriais", afirma.

O segundo trabalho apresentado pelos pesquisadores propôs o uso de plasma para proteger superfícies metálicas da corrosão. Realizado em parceria com o Laboratório de Química da multinacional Schaeffler Brasil Ltda, o experimento fez uso da técnica de Implantação Iônica e Deposição por Imersão em Plasma (IIDIP). "Este processo fornece mais energia ao filme durante o seu crescimento, alterando significativamente suas propriedades", explica Elidiane.

Neste caso, também foram estudadas as propriedades físicas e químicas dos filmes, como composição química, espessura, molhabilidade e resistência à corrosão. A professora explica que quanto mais hidrofóbico o filme, isto é, quanto menor sua interação com a água, melhor para o objetivo a que ele se propõe. Embora as variações na rugosidade e as alterações químicas tenham sido sutis entre as diferentes condições de deposição, os resultados atingidos foram bastante promissores. "O revestimento melhorou em pelo menos 6 vezes a resistência à corrosão do aço-carbono", garante Elidiane.

Essa técnica híbrida de deposição de filmes (IIDIP) contribui, dessa forma, como uma importante alternativa para a resolução de um problema grave e bastante comum na indústria metalúrgica mundial: a geração de cromo hexavalente, um rejeito altamente tóxico, durante a cromatização. Na Europa, essa técnica de tratamento (cromatização) já foi banida, mas ainda é empregada no Brasil. Isso reforça a importância do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores de Sorocaba. "Quem desenvolver um tratamento barato, fácil de fazer e limpo, vai ter uma fatia do mercado muito grande", vislumbra a pesquisadora.

(*) Unesp Sorocaba - 28.08.2008

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