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26.06.2008. Fábrica da Toyota será no Estado de SP

 (*) Agência de Notícias

A Toyota já escolheu o Estado de São Paulo para construir o seu novo complexo industrial no país. Trata-se de um investimento arrojado. O total de recursos ultrapassará US$ 1 bilhão e envolverá não apenas a linha de produção de automóveis pequenos como também uma fábrica de motores, pelo menos. O anúncio oficial, marcado, por enquanto, para o segundo semestre, deverá contar com a presença do presidente mundial da companhia, Katsuaki Watanabe.

Para dar a tão aguardada arrancada nos mercados do Brasil e da América do Sul, a montadora japonesa se prepara para ter uma nova fábrica com produção superior a 200 mil veículos por ano. Isso equivale dizer que se trata de um modelo que venderá tanto como os da linha Gol, Palio e Celta. Essa fábrica precisa estar pronta por volta de 2010.

A empresa está ainda na fase final de avaliação de qual modelo de automóvel pretende produzir no novo empreendimento brasileiro, segundo apurou o Valor. A direção da companhia está na fase final sobre qual município paulista será contemplado com o novo investimento. Existe a possibilidade de os recursos serem divididos entre mais de uma cidade, levando em conta a disposição da empresa de também ter uma fábrica exclusiva para a produção de motores.

A opção da Toyota pelo território paulista coloca fim à onda de expectativas de muitos governos estaduais. Representantes da direção local e mundial da empresa passaram meses visitando diversas cidades de distintos Estados. Demonstraram muito interesse em algumas áreas, como a de São José dos Pinhais, no Paraná.

A questão logística começou a pesar muito na tomada de decisões de novos investimentos na indústria automobilística. A Toyota já tem uma fábrica, que produz a linha Corolla, em Indaiatuba, no interior de São Paulo. Essa área não comporta uma estrutura tão grande como a que está sendo projetada, pois o terreno é muito inclinado, segundo já comentaram executivos da empresa.

Grande parte da indústria de autopeças espalha-se pelo interior paulista. E a direção da Toyota tem visitado boa parte dessas empresas no intuito de homologar peças de fabricantes locais com potencial de se tornarem fornecedores dos grandes fabricantes de componentes que a Toyota pretende trazer do Japão.

A questão logística tem se mostrado complicada numa indústria que depende de entregas no sistema chamado "just-in-time" em um país com graves problemas de infra-estrutura. Embora não diga abertamente que a fábrica que ergueu em Camaçari enfrenta problemas dessa natureza, a Ford vem protelando qualquer tipo de ampliação industrial nessa unidades. Diretores da montadora comentam sobre a dificuldade em convencer alguns fornecedores de componentes a investir em fábricas na região de Camaçari.

A Toyota vem com um projeto agressivo no setor. Ao contrário de outros fabricantes instalados no país na última década, que não ousaram invadir o segmento de mercado no qual as veteranas são soberanas, a dos carros populares, que representam mais da metade das vendas, a Toyota não parece ter medo de enfrentar os gigantes do setor no Brasil, como Volkswagen e General Motors. Porque já enfrenta esses concorrentes fora do país.

A montadora japonesa não temeu disputar com a GM o mercado de origem da companhia americana. Graças a isso, agora está muito perto de roubar da GM uma liderança de 77 anos no mercado mundial. Em 2007, ambas ficaram praticamente empatadas: a GM vendeu 9,396 milhões de veículos em todo o planeta e a Toyota, 9,370 milhões. Além disso, a empresa sabe da boa aceitação que o carro pequeno com tecnologia japonesa teria no mercado brasileiro.

Quando inaugurou a sua fábrica de automóveis, em Indaiatuba, em 1998, a direção da Toyota anunciou a intenção de chegar em 2010 com 10% do mercado brasileiro. Não vai dar tempo. Não chega a 5% a fatia da marca nas vendas de hoje, sustentadas quase que totalmente um um único modelo, o sedã de médio luxo Corolla, produzido em Indaiatuba.

Por conta dessa previsão que não se confirmou começou uma onda de especulações e, na seqüencia, uma série de alarmes falsos. O primeiro foi em 2002, quando a Toyota anunciou investimento de US$ 300 milhões. O mercado recebeu a notícia como sinal de que estava por ser anunciada a linha do carro pequeno. Não era. Tratava-se de uma modernização da linha Corolla.

Entre o final de 2004 e início de 2005 veio um novo alarme falso, quando a direção da empresa começou a visitar o Rio Grande do Sul. O interesse ali estava na busca de uma área estratégica entre as fábricas do Brasil e a de Zárate, na Argentina, para um centro de distribuição de peças, que foi construído em Guaíba, na Grande Porto Alegre, em março daquele ano.

Mas, no meio dessa trajetória, havia outro problema que deixava os projetos de investimento no Brasil em segundo plano. A Toyota passou esse tempo todo muito ocupada com o mercado americano. As áreas de desenvolvimento de novos produtos se voltaram todas para o consumidor americano. Mas agora, a crise nos EUA só veio confirmar que a empresa japonesa está atrasada na estratégia de avançar ainda mais nos países emergentes se quiser, de fato, tirar a GM da liderança.

Com um mercado crescente, o Brasil deu provas de que merece o investimento. Segundo o relatório financeiro da companhia, de 2006 para 2007, o lucro operacional na região que engloba a América Latina, Oceania e África aumentou 182%, passando de US$ 512 milhões para US$ 1,443 bilhão.

Na mensagem de final de ano, em 2007, aos acionistas, Watanabe disse que a empresa estava ciente de que a indústria automobilística alcançou um momento de decisão sob vários aspectos. "Por exemplo, temos de responder à expansão dos mercados em países com recursos energéticos e que exibam crescimento econômico significativo, como Brasil, Rússia, Índia e China." Chegou a vez do Brasil.

Por Marli Olmos.

(*) Valor Econômico - 26.06.2008

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